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Casagrande

“Na verdade, não se traduzem línguas, e sim culturas.”

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Portugueses – a revanche

Fato: todo brasileiro sabe pelo menos uma piada envolvendo português. É quase impossível escapar dessa estatística. E já ouvimos falar que, pasmem!, os portugueses também fazem piadas conosco. Até aí, vá lá, ficamos quites, tudo bem. Podem fazer troça pelas costas que não notamos. Mas, ai, como incomoda quando ouvimos os tugas a zombarem de nós!

Bom, quem me conhece sabe que eu respiro Portugal. Ouço música portuguesa, rádio portuguesa, assisto aos filmes portugueses, aos programas da televisão portuguesa, e até virei fã número um da rubrica* Caderneta de Cromos** e do Nuno Markl. Tenho mãe portuguesa. Minha avó ainda carrega o sotaque da Terrinha. Meu objeto de estudo desde a iniciação científica, passando pela Tese de Conclusão de Curso até a dissertação tem sido sobre a língua e a cultura portuguesas. Fico um pouco aborrecida quando tirram sarro do meu sangue lusitano. Mas também sei um bocado de piadas com Manuel, Joaquim e Maria. Continuar lendo

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Mudando o rumo da prosa

Como os mais atentos devem ter notado, o blog mudou de propósito. Sim, praticamente por si só este blog foi mudando sua proposta inicial – que antes era a de discutir tópicos relacionados a tradução apenas – e passou ser um espaço onde se discutem as várias vertentes do traduzir.

Tradução, portanto, deixa de ser uma atividade confinada a dois textos – sejam eles escritos ou falados. Ampliamos o conceito ao considerarmos tradução toda manifestação de transformação. Continuar lendo

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Quando o cinema sem querer (querendo) traduz a sociedade

Que título sublime para um post. Há algum tempo estou ensaiando para escrever isto, e espero que hoje saia da minha cuca e vá parar na retina de vocês. No último dia 27 viajei para o interior de SP para passar o aniversário da minha mãe. Toda vez que planejo uma viagem para lá cogito a possibilidade de ir de avião – mas só de pensar que tenho que voar até São Paulo, depois voar até Campinas e, de lá, tomar um ônibus que me leve a São José do Rio Preto para, então, entrar no carro dos meus pais e ir para Urupês… bah, já me dá preguiça. Por isso compro minha passagem na Itapemirim, coloco meu cobertor de viagem embaixo do braço e encaro cerca de 18 horas sentada no banco de um ônibus a curtir a incrível mudança na vegetação desde o sul até o sudeste desse Brasilzão. Continuar lendo

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