Site novo!

Hoje, com a cobrança de alguns alunos que já descobriram o site, tornou-se mais do que necessária sua divulgação aqui no blog. O endereço é www.traduzirideias.com.br, e lá tem um link diretamente para o blog.
Espero que gostem e que postem seus comentários e sugestões, ok?

Abraços e bom resto de semana!

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O traduzir ao longo da história

Acho interessantes as dicotomias que acompanharam a conceituação da tradução ao longo do tempo e como elas se alternam quase que ciclicamente. A foto aí ao lado é uma homenagem ao nosso padroeiro São Jerônimo – tão invocado nas horas de desespero em busca da melhor tradução! Vou postar aqui as considerações feitas hoje na aula da turma de Introdução aos Estudos da Tradução na UFSC. Continuar lendo

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Estrangeirização, domesticação…

Quando fazemos alguém pensar sobre a tradução pela primeira vez, geralmente o que obtemos pode ser classificado como: tradução boa é aquela que me leva até a cultura do autor (estrangeirização); ruim é aquela que “adapta” tudo (domesticação). Não culpemos os leigos: este tipo de pensamento está arraigado, vem de uma tradição de gerações e gerações de tradutores e consumidores de tradução. O problema é pensar que só existem estes dois ‘procedimentos’, pois, além de limitante, é um conceito empobrecedor para o processo tradutório. Continuar lendo

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Dicionários: papel vs. CD-Rom

Acabo de mudar o layout do blog, e não consigo parar de pensar no que estes livros representam para mim: uso de dicionários impressos, ou seja, uma realidade que não vivo enquanto tradutora. Quando eu ainda estava na graduação em Letras Tradutor Intérprete, na Unilago, éramos incentivados a comprar bons dicionários – e isto, claro, implicava comprar aqueles dicionários imensos, em papel, e que podiam acompanhar (ou não) o CD-Rom correspondente. O que acabou acontecendo é que os meus grandes dicionários ficaram nos cantinhos da estante, enquanto os CD-Roms tomaram conta do meu espaço de trabalho. Continuar lendo

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“Tanti auguri a me…”

É hoje, minha gente. Há um quarto de século eu vivo neste planeta. Há 25 anos minha família celebrava o nascimento da filhinha cujo nome seria homenagem à canção de John Lennon – ídolo do meu pai.

E este post acaba por aqui. Escrevo isso porque quero receber os parabéns : D

 

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Casagrande

“Na verdade, não se traduzem línguas, e sim culturas.”

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A bravura indômita do tradutor e seu Google Translator

Há muito tempo eu ouço falar das maravilhas do Google Translator. Eu mesma já tive de fazer trabalhos em que devia somente revisar a tradução ‘pré-moldada’ pelo tal tradutor automático. Às vezes ele funciona de maneira assustadora. O problema é que há gente demais que confia demais na inteligência linguística do Google. E aí acontece de usarem os textos mal codificados pelo programa com a mesma audácia de quem fica nu no meio da rua.

E eis que ontem, vasculhando no blog do caríssimo nuno Markl (http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/), encontro um post praticamente sobre traduções porcamente feitas por tradutores automáticos e, pasmem!, impressas em embalagens de produtos. Passo a reproduzir aqui parte do texto do Nuno, extraído do blog acima citado: Continuar lendo

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